5 formas inovadoras de fazer Inbound Marketing

Vivemos em uma sociedade muito diferente da de 10 anos atrás. O consumidor atual é muito mais seletivo, impaciente para propagandas e com uma evolução digital muito grande.

Não quer assistir algo? Não precisa, é só trocar de canal. Não quer ver nenhum canal aberto? Vai para o Netflix. Quer ouvir música de todos os gêneros, sem pausas, o dia inteiro pagando pouco por isso? Spotify. Em resumo, hoje o consumidor não é “obrigado” a perder tempo com o que não quer.

O empoderamento da internet tornou as coisas muito fáceis e acessíveis. Não preciso nem mais ouvir quem eu não quero, pego meu celular, abro o instagram ou pego um fone e pronto, nada mais existe ao redor.

Um filósofo que fala muito sobre isso, caso queira ler mais sobre, é o Bauman. Ele define a atual sociedade como líquida, um conceito criado para representar esse “desapego” das pessoas perante coisas, marcas, objetos, etc. Leia mais aqui.

Realmente não é nenhuma novidade que a forma das pessoas consumirem mudou. Mas e a jornada de compra? E o funil de vendas? Mudaram também?

Segundo pesquisas feitas pela Mckinsey, o conceito “funil de vendas” da forma que foi concebido, sim, caiu por terra!

O conceito como é conhecido atualmente diz que por meio de um caminho linear, o lead passa por uma nutrição gradual até chegar a venda e a lealdade da marca.

Já no estudo mostra, diferentemente do conceito atual, os consumidores consideram uma solução já no “início do funil”. A lealdade está muito atrelada a experiência de compra de fato.  Não mais, simplesmente, ao ato de concluir o ciclo do funil efetivando a compra.

 

Imagem traduzida da original

A Mckinsey possui uma base que abrange mais de 125 mil decisões de jornada de compra do consumidor.

A análise destes dados mostrou que: “A lealdade é agora mais elusiva do que nunca” – explicou Bo Finnemansócio da área de Marketing & Sales

Mais de 90% dos grupos de estudos mostrou zero lealdade às marcas. Isso também mostra que os programas de fidelidade usados por algumas empresas estão em queda!

Esses resultados concluem dois pontos:

1-  O consumidor atual possui mais opções de compra, sites mais tecnológicos, oferecendo mais experiências de compra ao cliente, o que faz com que o consumidor tenha mais escolhas e seja menos fiel a uma única marca.

2- As marcas precisam reconquistar a confiança dos consumidores, afinal, atualmente, ainda segundo as pesquisas da Mckinsey, os consumidores confiam mais na opinião de terceiros e desconhecidos do que nas marcas;

Tendo em vista todo esse cenário, qual a melhor estratégia a se adotar para o uso do Inbound Marketing e funil de vendas?

5  formas inovadoras de fazer Inbound Marketing

Hoje o Inbound Marketing tem como base o funil de vendas, que por meio de conteúdo, em todos seus formatos, ajuda na jornada de compra, retendo informações, educando e convencendo o usuário.

Se colocarmos o estudo da Mckinsey novamente na discussão, o modelo atual aplicado no Inbound Marketing necessitará de mudanças.

As novas formas de atuação precisam ser mais inovadoras para irmos além dos tradicionais e-mails marketing.

Temos um mar de tecnologias disponíveis no mercado, por qual motivo não juntamos-as com o Inbound e potencializamos ainda mais a força dos conteúdos?

Como o estudo aborda, o consumidor precisa considerar sua solução no primeiro contato e o desafio é: como fazer isso?!

Naturalmente, esse contato precisa ser realmente muito efetivo, precisa agregar valor logo de cara, além de deixar claro os diferenciais de marca – item que talvez no funil tradicional, só seria abordado no “meio do funil”.

Vamos mostrar para você que o Inbound Marketing e o funil de vendas têm potencial de ir além, transcender a barreira do digital, do e-mail, das formas tradicionais de impactar e levar experiência ao usuário.

Vamos lá?

1 – Whatsapp

Se você leu esse título e pensou: “Whatsapp para Inbound?” sim, exatamente isso. Quando o conteúdo é bom e conveniente, por qual motivo você não leria no seu whatsapp?

Se temos um desafio ainda maior na jornada de compra do atual consumidor, precisamos inovar sim nos meios que utilizamos.

Mais do que bombardear o público com vários conteúdos, é saber onde ele está, qual o conteúdo certo, a frequência adequada e, com isso, testar novos formatos de conteúdo e distribuição.

Atualmente, o Whatsapp é pouco utilizado para disseminação de conteúdo. Se todas as fake news, textos de oração que recebemos no whatsapp fossem conteúdos de qualidade, imagine a reverberação?

Por mais que o Whatsapp não permita criar segmentações, igual a uma ferramenta de Inbound Marketing, este meio servirá para ações casadas para agregar valor ao público. Afinal, como vimos no estudo da Mckinsey, para ganhar o público é preciso cativa-lo desde o primeiro contato.

2- Omnichannel

Agora vamos falar da parte mais incrível do conteúdo em um contexto totalmente inovador e prático.

Você está em uma loja física, procurando aquele tão querido tênis que você viu no Instagram. Quando você chega na sessão de calçados, você percebe que cada um dos modelos tem um QR code na etiqueta .

Você escaneou o QR Code e automaticamente entrou em uma página com mais informações sobre o tênis. Nessa página você também encontrou várias opções de looks e ocasiões perfeitas para usá-lo da melhor foma – festa, casual, balada, jantar.

Nesse link, dados seriam coletados para ações pós-venda, fidelização e mais acesso, por exemplo, a conteúdos úteis para o dia a dia.

Impactar o usuário com conteúdo, de uma forma diferente, elevando o valor de marca, dando mais embasamento para o usuário efetivar a compra.

Vamos pensar agora em outro exemplo. Você está em uma loja de eletrodomésticos e entre tantas marcas, o que poderia diferenciar uma geladeira de outra? Além de uma boa apresentação de Merchandising? Conteúdo de qualidade!

Através de um QR Code de identificação da geladeira, por exemplo, o usuário poderia migrar para conteúdos interativos, conectando real e virtual. Estes poderiam servir para mostrar como utilizar ao máximo a capacidade da geladeira, dicas de armazenamento, dicas de receita, entre outros temas.

Casado com essa ação, o usuário ao entrar no site, seria impactado com um formulário, que após preenchido, ganharia  X% de desconto na compra da geladeira.

Resultado: mais tráfego para o site, mais visualizações, conhecimento dos conteúdos atualmente produzidos pela empresa, oportunidade de vendas mais qualificadas, consideração de marca e, claro, diferencial ao usuário.

Ou seja, as aplicações de Omnichannel com conteúdo podem ser configuradas nos seus mais diferentes formatos e objetivos. Use a criatividade e teste!!!

3- Webinar

Webinar é um formato super atual, que utiliza do vídeo ao vivo como dinâmica de engajamento e geração de leads.

A popularização desse formato aqui no Brasil se deu com as “lives” em redes sociais, apesar de Webinars já existirem há um certo tempo.

Webinars apesar de partirem do mesmo princípio das “lives”, tecnologia live streaming, se diferencia em alguns bons aspectos.

Plataformas especializadas em webinars, como a Eventials, vão além da transmissão do vídeo ao vivo, possuem recursos mais profissionais com foco em gerar resultado para o negócio.

Por serem transmissões com caráter mais profissionais, com impacto em resultado, tornam-se um meio importante de distribuição de conteúdo qualificado.

Estratégia interessante para impactar o público de uma forma diferente, atuando em conjunto às ações de inbound marketing.

A Eventials, por exemplo, tem integração direta com o RD Station, o que faz com que os leads que você impactou em uma transmissão vão diretamente a sua base do RD.

O interessante sobre Webinars é o seguinte:

Ninguém assiste uma transmissão por 30/40 minutos seguidos, interage com perguntas, dúvidas, se não está realmente afim de estar ali!

Se colocarmos na discussão o estudo da Mckinsey mais uma vez, podemos perceber que o uso do webinar é uma excelente oportunidade para criar consideração logo de cara com o público.

Ter a opção de interagir ao vivo, tirar quantas dúvidas forem necessárias, interagir com outras pessoas que também buscam pela solução, é algo muito valioso.

Se as pessoas que estiverem no chat da sua transmissão começarem a elogiar sua solução, já será mais um argumento de convencimento, desta vez, totalmente orgânico.

Afinal, como vimos, a opinião de terceiros e desconhecidos, muitas vezes, possuem mais peso e consideração do que o discurso da sua própria marca.

4 – Mídia programática

É comum vermos aplicação de mídia programática para remarketing, mas e para conteúdo?

Imagine o seguinte exemplo:

Você tem uma loja de roupa e trabalha com Inbound. Nas suas trilhas de conteúdo, existem temas como dica de looks, tendências, mercado da moda, informações sobre tecidos e afins.

Se um usuário, hoje, procurar por um produto X no google, que está na última moda, você tem condições de usar seu conteúdo para atrair esse usuário?

Uma opção seria o uso do Google Ads, usando o nome, também de produtos que estão em alta para atrair novos usuários, mas, com certeza, dá para ir além!

A pessoa nessa busca, migrou para o site de outra loja de roupas. Se você usasse mídia com conteúdos isca, seria uma chance a mais deste usuário sair do site em questão e ir para seu.

Exemplo de mídia: “Não compre sua roupa antes de saber das últimas 3 tendências do verão”.

Esse é apenas um exemplo dos vários que podemos dar sobre a união de Conteúdo e Mídia programática.

O B.I (Business Intelligence) e a mídia programática estarão cada vez mais presentes na atuação do conteúdo.

Afinal, hoje, com inúmeros dados, inteligência de mercado, precisamos convergir estratégias para oferecer os conteúdos ideais. No momento e no local certo, tornando sua marca uma consideração de compra desde o início da jornada do seu cliente.

5 – Geolocalização

Dados de geolocalização estão sendo cada vez mais usados para estratégias de vendas e também para análise da jornada de compra do consumidor.

Uma tecnologia que tem sido usada por algumas empresas para interagir com consumidores em locais fechados, como shoppings, por exemplo, usando recursos de localização via bluetooth, são os Beacons.

Por meio dessa tecnologia você consegue aproximar estabelecimento e consumidor. Com beacons você consegue impactar consumidores que estão passando na frente de sua loja, com uma notificação, por exemplo, para oferecer as promoções do dia.

Outra possibilidade é oferecer descontos, enfim, possibilidades de atração não faltam.

Mas como pensar nessa tecnologia como um novo meio de impactar no inbound marketing? Que tal um exemplo usando Beacons e Podcast?

O Podcast é um formato de conteúdo super atual. Ganhou força e espaço nos últimos tempos, justamente por agir na necessidade do novo estilo de vida e consumo do usuário.

Muito trânsito, falta de tempo, excesso de atividades, por que não ir ouvindo nesse meio tempo conteúdo de qualidade?

Já existem empresas que mandam e-mail marketing com conteúdo no formato de Podcast, mas assim como dissemos antes, queremos ações que vão além!

Beacons, podcast e inbound marketing, que mistura! Vamos ao exemplo?

Você tem uma loja esotérica no shopping que utiliza a tecnologia de beacons. Esta semana, você resolveu testar a utilização de conteúdo + beacons para converter novos leads. E, utilizar das pessoas que estão passando por seu estabelecimento, para vender mais.

Através da notificação enviada via bluetooth, o usuário recebe um link para uma Landing Page com um podcast. Nesse conteúdo o usuário ouve uma previsão energética para esse fim de ano e o impacto dessa energia para cada um dos planetas do sistema solar/signos.

Ao fim, o lead recebe um convite para conhecer os produtos, acessórios e objetos que estavam em exposição na loja. Para incentivar essa visita, a loja oferece, também, uma consulta de tarot gratuita de 15 minutos para quem for até às X horas no estabelecimento.

Na loja, em todas as sessões/corredores tinham minis Qr codes que se conectavam a podcasts. Estes contavam histórias sobre cada uma das pedras expostas. Como e para qual finalidade usá-las, origem, uma verdadeira experiência esotérica. Omnichannel como  nutrição com o uso de conteúdo, em um formato super atual.

Em resumo,

As formas de usar conteúdo para impactar e converter leads de uma forma diferente são infinitas. Precisamos começar a convergir ações, mundo virtual e real para promover experiências mais completas de conteúdo.

Mais do que mandar uma newsletter, e-books, infográficos, precisamos de formatos diferentes para impactar nossa audiência mesmo de forma física.

O conteúdo pode ser uma arma ainda mais poderosa de conversão se usada de forma inovadora. Transformar os meios de entrada de leads no Inbound marketing, gerar mais valor, consolidar bases mais qualificadas. Essa é a missão!

A inteligência de dados e a tecnologia precisam estar presentes em todos os aspectos da experiência do cliente. Apesar do formato atual do inbound marketing dar resultado, sua pergunta sempre precisa ser: Até quando dará resultado?

Até quando as “melhores práticas” atuais serão as melhores? Não dá para pensar a frente? Ser o primeiro a inovar?

Esse é o mindset!

E….que tal começar essa inovação fazendo webinars? Teste 10 dias grátis e venha fazer desse mundo conosco!

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Bate Papo com Especialista em Webinars

Série de webinars semanais destinados para tirar dúvidas sobre diversos temas que envolve nossa plataforma Eventials.

Escola de Webinars

O projeto apresenta aplicações estratégicas do uso webinars no seu negócio, mostrando insights do segmento.

Make Webinars (em breve)

Vídeos curtos focados em apresentar dicas, melhores práticas voltadas para o momento pré, durante e pós webinar.

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